INSTITUTIONAL ARCHITECTURE AND ALLOCATIVE EFFICIENCY: A COMPARATIVE ANALYSIS OF THE SUS AND THE NHS

Authors

  • Robert Junio Torres de Carvalho
  • Gabriel Costa de Sousa
  • Mara Águida Porfírio Moura

DOI:

https://doi.org/10.56238/revgeov17n6-064

Keywords:

Allocative Efficiency, Health Systems, Public Governance, SUS, NHS

Abstract

Considering the perception of inefficiency in the Brazilian Unified Health System (SUS) compared to centralized models such as the National Health Service (NHS), the central problem consists of the need to reconcile macroeconomic constraints with the delivery of healthcare results. It aims to comparatively analyze the institutional architecture and allocative effectiveness of public health spending in Brazil and the United Kingdom. To this end, we proceed to adopt a convergent mixed-methods design, operationalized through methodological triangulation between comparative institutional analysis and a longitudinal Exploratory Data Analysis (EDA) (2000-2023) of World Bank indicators. In this way, it is observed that the British model is associated with greater budgetary predictability at the technological frontier, while the SUS presents significant gains at the primary care level, evidenced by an accelerated catch-up effect in reducing infant mortality, despite inflationary corrosion, which allows us to conclude that the divergence in results reflects distinct stages of epidemiological transition and federative governance limitations, indicating the need for greater decision-making integration and protection against economic externalities, beyond the mere increase in financial transfers.

Downloads

Download data is not yet available.

References

ALY, Z. et al. O Sistema Único de Saúde em série histórica de indicadores: uma perspectiva nacional para ação. Saúde em Debate, v. 41, p. 501-513, 2017.

ANDERSON, P. et al. United Kingdom: Health system review. Health Systems in Transition, v. 24, n. 1, p. 1–192, 2022.

BMA - British Medical Association. Brick by Brick: The case for urgent investment in safe, modern, and sustainable healthcare estates. Londres: BMA, 2024.

BOSE, M.; DUTTA, A. Health financing strategies to reduce out-of-pocket burden in India: a comparative study of three states. BMC Health Services Research, v. 18, n. 1, 2018.

BRASIL. [Constituição (1988)]. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal, 1988.

BRASIL. Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 20 set. 1990.

BRASIL. Lei nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990. Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 29 dez. 1990.

BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Resolução nº 510, de 07 de abril de 2016. Dispõe sobre as normas aplicáveis a pesquisas em Ciências Humanas e Sociais. Brasília, DF, 2016.

BRASIL. Ministério da Saúde. Organização e funcionamento do SUS. Brasília: Ministério da Saúde, 2022a.

BRASIL. Ministério da Saúde. Políticas Nacionais e Pactos Interfederativos. Brasília: Ministério da Saúde, 2023.

CARVALHO, J.; FERREIRA, M. Carga tributária e complexidade econômica: uma análise dos países do grupo G20. Revista ReGEO, 2026.

CASE, A.; KRAFTMAN, L. Health inequalities. IFS Deaton Review of Inequalities, 2022.

CFM - Conselho Federal de Medicina. Demografia Médica no Brasil 2024. Brasília: CFM, 2024.

CHIORO, A.; STAFF, A. A implantação do Sistema Único de Saúde. Curitiba: Secretaria de Estado da Saúde, 2014.

COUNTRYECONOMY. Reino Unido - Déficit Público. 2022. Disponível em bases de dados econômicos.

FERTILITY FAIRNESS. IVF provision in the UK. Londres: Fertility Fairness, 2021.

FUNCIA, F. R. Subfinanciamento e orçamento federal do SUS: referências preliminares para a alocação adicional de recursos. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 24, n. 12, p. 4405-4415, 2019.

GIOVANELLA, L. (Org.). Políticas e Sistema de Saúde no Brasil. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2021.

GRANEL-GIMÉNEZ, V. et al. Patient Safety Culture in European Hospitals: A Comparative Mixed Methods Study. International Journal of Environmental Research and Public Health, v. 19, 2022.

GRIEVE, K.; OLIVIER, J. Towards universal health coverage: a mixed-method study mapping the development of the faith-based non-profit sector in the Ghanaian health system. International Journal for Equity in Health, v. 17, 2018.

GUIDINI, C. Abordagem histórica da evolução do sistema de saúde brasileiro: conquistas e desafios. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização) - Universidade Federal de Santa Maria, CESNORS, 2012.

HSIAO, W.; CHENG, S.; YIP, W. What can be achieved with a single-payer NHI system: The case of Taiwan. Social Science & Medicine, v. 233, p. 265-271, 2019.

IEPS - Instituto de Estudos para Políticas de Saúde. Agenda Mais SUS – Evidências, Volume 2: Recursos Humanos, Infraestrutura e Tecnologia do SUS. São Paulo: IEPS, 2023.

INSTITUTE FOR GOVERNMENT. Performance Tracker 2023: Hospitals. Londres: IfG, 2023.

KRIEGE, C. S. Sistema Único de Saúde (SUS) e National Health System (NHS): uma análise comparativa das potencialidades e fragilidades das ações voltadas a saúde coletiva. Revista Cientifica Multidisciplinar o Saber, v. 3, 2023.

MASON, A. The 'postcode lottery' in the NHS. Londres: Health Economics, 2005.

MENICUCCI, T. M. G. História da reforma sanitária brasileira e do sistema único de saúde: mudanças, continuidades e a agenda atual. História, Ciências, Saúde – Manguinhos, v. 21, n. 1, p. 77-92, 2014.

MUNFORD, L. et al. Health Equity North: 2023. Health Equity North, 2023.

NGAMI, A.; VENTELOU, B. Respective healthcare system performances taking into account environmental quality: what are the re-rankings for OECD countries? Health Research Policy and Systems, v. 21, 2023.

NHS ENGLAND. NHS funding and out-of-pocket payments. Londres: NHS, 2021p.

NICOLLETTI, M. A.; FARIA, T. de M. Análise comparativa dos sistemas de saúde brasileiro e britânico na atenção básica. Trabalho de Conclusão de Curso - Universidade de São Paulo, 2017.

NUFFIELD TRUST. The NHS workforce in numbers. Londres: Nuffield Trust, 2024.

PASCHOALOTTO, M. A. C. et al. Regionalização da saúde no Brasil: desigualdades socioeconômicas e na performance em saúde. Gestão & Regionalidade, v. 38, n. 113, p. 313-327, 2022.

PATCHARANARUMOL, W. et al. Strategic purchasing and health system efficiency: A comparison of two financing schemes in Thailand. PLoS ONE, v. 13, n. 4, 2018.

PEGORARO, A.; HUBER, M.; RODRIGUES, P. Sustentabilidade financeira no SUS: a evolução da inflação médica e seus impactos nos procedimentos de alta complexidade. Revista ReGEO, 2026.

REINO UNIDO. National Insurance Act 1911. Londres: HMSO, 1911.

REINO UNIDO. National Health Service Act 1946. Londres: HMSO, 1946.

REINO UNIDO. Public Bodies (Joint Working) (Scotland) Act 2014. Edimburgo: Scottish Parliament, 2014.

ROQUE, M. et al. Promoção da saúde em comunidades rurais. 1. ed. Goiânia: CEGRAF/UFG, 2020.

ROYAL COLLEGE OF SURGEONS OF ENGLAND. Is regional variation in surgery a postcode lottery? Londres: RCS, 2014.

SCHEFFER, M. et al. Demografia Médica no Brasil 2023. São Paulo: FMUSP, AMB, 2023.

SILVA, A. et al. Eficiência do gasto público em ações e serviços de saúde nas capitais brasileiras. Enfoque: Reflexão Contábil, v. 41, p. 177-192, 2022.

SMITH, P. et al. Primary care in the UK. Londres: The King's Fund, 2022.

UK GOVERNMENT. Healthcare for overseas visitors. Londres: Gov.uk, 2021e.

WORLD BANK. World Bank Open Data. Washington, D.C.: The World Bank Group, 2024. Disponível em: https://data.worldbank.org. Acesso em: 6 mar. 2026.

YAN, J.; LIN, C. How time horizons of autocrats impact health expenditure: a mixed methods research. BMC Public Health, v. 20, 2020.

Published

2026-06-14

How to Cite

de Carvalho, R. J. T., de Sousa, G. C., & Moura, M. Águida P. (2026). INSTITUTIONAL ARCHITECTURE AND ALLOCATIVE EFFICIENCY: A COMPARATIVE ANALYSIS OF THE SUS AND THE NHS. Revista De Geopolítica, 17(6), e2621 . https://doi.org/10.56238/revgeov17n6-064