ENSEÑANZA COLABORATIVA E INCLUSIÓN
DOI:
https://doi.org/10.56238/revgeov17n3-201Palabras clave:
Prácticas Pedagógicas Colaborativas, Inclusión, Educación Especial, Decreto N° 12.868 de Octubre de 2025Resumen
El apoyo brindado a los estudiantes que reciben educación especial se realiza, en la mayoría de los casos, en aulas multifuncionales de recursos, de forma individualizada o en grupos reducidos. Sin embargo, cuando los docentes de Servicios Educativos Especializados (SEE), que trabajan en aulas multifuncionales, y los docentes de aulas regulares colaboran, aumentan las posibilidades de éxito en el aprendizaje del estudiante. La enseñanza colaborativa es un trabajo que se lleva a cabo entre los docentes de aulas regulares y el docente de Educación Especial (SEE), quienes, en conjunto, articulan estrategias y metodologías para atender las necesidades de los estudiantes con necesidades educativas especiales. Si bien están reguladas, las políticas educativas públicas sobre enseñanza colaborativa aún no se han implementado por completo. Este artículo tiene como objetivo analizar esta práctica pedagógica como una propuesta que debe ser adoptada por toda la escuela, en la que la colaboración y el compromiso deben fomentarse para lograr un aprendizaje significativo y un proceso de inclusión. Los estudios destacaron unidades de referencia que respaldan esta idea y motivan a toda la comunidad escolar a adoptar esta práctica, especialmente considerando la reciente Política Nacional de Educación Inclusiva presentada por el Decreto N° 12.868 de octubre de 2025.
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