RESPONSABILIDAD CIVIL POR ABANDONO EMOCIONAL Y LÍMITES DE LA INTERVENCIÓN ESTATAL EN LA PROTECCIÓN DE LAS RELACIONES FAMILIARES
DOI:
https://doi.org/10.56238/revgeov17n4-100Palabras clave:
Dignidad, Afectividad, Paternidad, Acto Ilícito, Reparación CivilResumen
Este estudio investigó cómo el abandono emocional parental puede generar responsabilidad civil bajo la legislación brasileña, considerando los límites de la intervención estatal en las relaciones familiares. Partió del problema legal que involucra la omisión del deber de cuidado y la cohabitación, y su posible configuración como un acto ilícito sujeto a indemnización por daños morales. El objetivo general es analizar los fundamentos constitucionales de la protección de la dignidad humana, la vida familiar y el interés superior del niño, así como examinar los supuestos de responsabilidad civil aplicables a este tema. Se adoptó una metodología cualitativa, de carácter bibliográfico y documental, con un enfoque descriptivo y analítico de la legislación, la doctrina y la evolución jurisprudencial. Se encontró que, si bien el afecto no puede imponerse judicialmente, el deber de cuidado tiene carácter jurídico y su violación puede generar consecuencias patrimoniales cuando se prueban la culpa, el daño y el nexo causal. Concluimos que la responsabilidad civil no representa la monetización del amor, sino más bien un instrumento para salvaguardar la dignidad y la protección integral de los niños y adolescentes.
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Referencias
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