DESINFORMACIÓN DIGITAL Y AUTORIDAD PEDAGÓGICA: LOS DESAFÍOS DE LA PRÁCTICA DOCENTE ANTE LA INTERFERENCIA FAMILIAR BASADA EN NOTICIAS FALSAS
DOI:
https://doi.org/10.56238/revgeov17n4-133Palabras clave:
Desinformación Digital, Autoridad Pedagógica, Noticias Falsas y Familia, Alfabetización MediáticaResumen
La proliferación de noticias falsas en plataformas digitales reconfigura las relaciones entre familia, escuela y conocimiento científico, desafiando la autoridad pedagógica de los docentes. Este estudio analiza los desafíos que la desinformación digital, difundida y asimilada en el contexto familiar, plantea a la práctica docente en la educación básica brasileña. La investigación adopta un enfoque cualitativo básico, empleando una revisión bibliográfica sistemática y un análisis documental de publicaciones especializadas en desinformación, alfabetización mediática y formación docente. Los resultados identifican cuatro patrones recurrentes: la llegada de desinformación a la escuela a través de los estudiantes y la interferencia directa de los familiares; la erosión progresiva de la autoridad pedagógica debido a la acumulación de conflictos cotidianos; la ausencia de estrategias institucionales de apoyo a los docentes; y las deficiencias en la formación inicial y continua del profesorado para abordar el fenómeno. El estudio concluye que preservar la autoridad pedagógica frente a la desinformación familiar requiere respuestas que articulen la formación docente, el currículo de alfabetización mediática y los protocolos institucionales de gestión de conflictos, sin los cuales la escuela permanece expuesta a interferencias de desinformación que comprometen su función formativa.
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