INTELIGENCIA ARTIFICIAL EN LA GESTIÓN DE RIESGOS INTRAHOSPITALARIOS RELACIONADOS CON LA SEGURIDAD DEL PACIENTE

Autores/as

  • Magda Sales Pinho
  • Paulo André Barbosa Panetta
  • Lucimar da Silva Itelvino
  • Cristina Braga
  • Eduardo Foschini Miranda
  • Luiz Claudio Gonçalves
  • Marcos Alexandruk
  • Edmilson Santoma
  • Paulo Celso Pardi
  • Aline Silva Almeida
  • Gleyce Kelly de Brito Brasileiro Santos
  • Renato Ferreira Pimenta
  • Carlos Alberto Ocon
  • Meire Luci da Silva

DOI:

https://doi.org/10.56238/revgeov17n6-092

Palabras clave:

Inteligencia Artificial, Gestión de Riesgos, Hospitalario, Seguridad del Paciente

Resumen

Introducción: La complejidad de las organizaciones hospitalarias y el impacto social, económico y psicológico de los eventos adversos (EA) hacen de la seguridad del paciente una prioridad esencial para una atención de calidad. La seguridad del paciente se entiende como la reducción a un mínimo aceptable de los daños innecesarios asociados a la atención sanitaria. Objetivo: Evaluar, mediante una revisión exploratoria, el papel de la Inteligencia Artificial en la Gestión de Riesgos Hospitalarios relacionada con la seguridad del paciente. Metodología: Esta es una revisión exploratoria basada en las recomendaciones metodológicas del Instituto Joanna Briggs (JBI). La búsqueda se realizó entre marzo y mayo de 2026 en las bases de datos PubMed, Scopus, SciELO y BDTD, así como en manuales del Ministerio de Salud/IBICT, además de una búsqueda adicional en Google Académico (literatura gris). Se incluyeron estudios primarios cuantitativos y cualitativos, tesis, disertaciones y documentos técnicos publicados en los últimos 10 años (en inglés, portugués y español). Resultados y Discusión: Los hallazgos se correlacionaron con el panorama regulatorio reciente, destacando la publicación de la Ordenanza GM/MS n.° 10220 en febrero de 2026, que estableció la Política de Gestión de Riesgos dentro del Ministerio de Salud para apoyar la planificación segura de las instituciones. A pesar de los beneficios, la literatura resalta importantes obstáculos para la consolidación de las tecnologías de IA en la atención médica, tales como el problema de la "caja negra", los sesgos de datos, las alucinaciones y las fallas técnicas, además de las barreras estructurales y los desafíos en la formación profesional. Consideraciones finales: El estudio concluye que la Inteligencia Artificial desempeña un papel transformador y altamente beneficioso en la atención médica cuando se utiliza como una "segunda capa de protección" para los profesionales, sin reemplazar jamás el juicio clínico ni el razonamiento humano.

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Referencias

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Publicado

2026-06-17

Cómo citar

Pinho, M. S., Panetta, P. A. B., Itelvino, L. da S., Braga, C., Miranda, E. F., Gonçalves, L. C., Alexandruk, M., Santoma, E., Pardi, P. C., Almeida, A. S., Santos, G. K. de B. B., Pimenta, R. F., Ocon, C. A., & da Silva, M. L. (2026). INTELIGENCIA ARTIFICIAL EN LA GESTIÓN DE RIESGOS INTRAHOSPITALARIOS RELACIONADOS CON LA SEGURIDAD DEL PACIENTE. Revista De Geopolítica, 17(6), e2651 . https://doi.org/10.56238/revgeov17n6-092